sexta-feira, 4 de maio de 2007







Depois destas experiências, nos (muitíssimos) anos seguintes, fui desenvolvendo, de uma forma mais ou menos familiar, esta minha necessidade de exprimir-me em público.






Entre irmãos, primos e amigos, organizamos tertúlias mensais com temas muito variados.

É nesse ambiente que vou dando largas à minha veia teatral...














... e musical.











(Um segredo: talvez não me fique por aqui...).

1 comentário:

Nicole disse...

Que gira e divertida!!!

Um defeito dos jovens é que quando olhamos para um adulto não conseguimos ver nele o jovem ou a criança que um dia foi. É difícil imaginarmos o que está para lá da nossa existência e conhecimento. A maioria das vezes, tentativas de concretizar essas imagens saem em imagens ridículas que mais colocam os nossos pais e os outros adultos contemporâneos numa fantasia quase alien de anos 70 e graves 80 que não nos dão senão um valente ataque de riso.

Mas o bom das fotografias é isto mesmo: são a prova de que esses adultos foram tal e qual como nós fomos ou somos. Desmistifica e aproxima-nos pela igualdade.

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, mas na essência somos e seremos sempre iguais: pessoas que vivem, amam, sofrem, riem, choram, divertem-se, irritam-se e desejam, acima de tudo, fazer algo que fique.

A Isabel já ficou. =)
Parabéns pelo fantástico percurso. Não pare por aqui, aguardamos novas surpresas!!!