segunda-feira, 28 de maio de 2007

ENCONTROS MAPA


Os Encontros MAPA destinam-se a promover o convívio, a conversa e a animação entre os associados, os amigos e todos os que quiserem comparecer.

Convívio no Bar "Os Raposos", na 6ª feira, 1 de Junho, às 21h30. A morada é: Av. Salvador Allende, 85 C, em Paço de Arcos (ver esquema mais abaixo).


Programa

## Mostra de obras dos sócios Emanuel Vieira Afonso e Tiago Serpa.
## Trio Margens - João Paulo Oliveira, guitarra; João Pinheiro, vibrafone; David Santos, contrabaixo.
## Música à la carte - Gosta de cantar? Escolha uma das músicas do repertório que estará disponível no local e terá o acompanhamento do afamado guitarrista João Paulo Oliveira.
## Sorteio de uma peça simbólica da autoria de Emanuel Vieira Afonso entre os números das senhas de entrada.

Entrada: Sócios - 3€
Não sócios - 5€


quinta-feira, 24 de maio de 2007

ROCHA da SILVA Desenhos Tridimensionais e Pintura

Vale a pena


ver


com muita atenção


Galeria Palmira Suzo, até 16 de Junho
Rua das Flores, 109 (Chiado)
Horário - terça a sábado das 15h00 às 20h00

segunda-feira, 21 de maio de 2007

Destaques

Nas semanas de 21 de Maio a 3 de Junho, o M de Mapa fará destaques, dará sugestões, opiniões, falará de interesses e muito mais! Abrimos novamente as fronteiras e convidamo-vos a entrar!

domingo, 20 de maio de 2007

Teatro




O Saque ...a não perder!
Aconselho este espectáculo vindo do Porto para o CCB. O humor do texto, as interpretações, o cenário...enfim, uma boa peça de teatro com divertimento garantido!



sexta-feira, 18 de maio de 2007

TEATRO - um pequeno intervalo para um cafezinho

Amanhã, dia 19 de Maio às 17 horas, no Lagar de Azeite em Oeiras
será o lançamento do livro TURISTA OCIDENTAL de Jorge Ferreira Pinheiro, como já foi anunciado alguns posters atrás.
O prefácio é de José Jorge Letria; as fotografias da capa de Roberto Barbosa e o design de Mafalda Diniz.
Também haverá musica com o Trio Margens

quinta-feira, 17 de maio de 2007

TEATRO - "SILÊNCIO"

O autor e encenador - João Negreiros
(Matosinhos,1976)
O grupo - TUM
Grupo de Teatro da Universidade do Minho
(Braga, 1989)
Dia 18 de Maio no Teatro da Politécnica

TEATRO - "PROCURA-SE"

O autor - Anton Pavlovitch Tchékhov
(Rússia, Taganrog, 1860 - 1904)

O grupo - GTUL (Lisboa, 1992)
Grupo de Teatro da Universidade
Lusíada

O encenador -José Lobato
(Vila Franca de Xira, 1976)

Dia 17 de Maio (hoje) no Teatro da Politécnica fatal@reitoria.ul.pt



TEATRO

Estamos sempre a dizer que são sempreosmesmos que aparecem.
Então, que tal vermos osquenãosãosempreosmesmos?
São grupos de teatro universitário que se empenham verdadeiramente e agora estão aí!
Vamos continuar a divulgá-los.
Mais informações - fatal@reitoria.ul.pt

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Teatro



«Só gosto de pessoas. Não me comovem àrvores, rios, sempre gostei mais do poluente alcatrão do que das beatíficas ervinhas. «Natureza, nada em ti me comove» é o verso do poeta. Não, não me dêem flores, prefiro abraços, apertos de mão, beijos. Não gosto de pegadas de dinossauro, prefiro estradas romanas, porque nelas herdo o que do homem ficou, o que foi ficando da sua vitória sobre a noite da Natureza.
Por isso gosto dos palcos: uns panos, uns trapos, veludos, cadeiras, umas luzes, mais panos, umas madeiras, uns cabos e umas pessoas (vivas por enquanto mas sucedendo-se numa estafeta infinda) a falar.»

Heiner Müller

domingo, 13 de maio de 2007

TEATRO O ARRANCA-CORAÇÕES



"Tentei contar às pessoas umas histórias que elas nunca tivessem ouvido contar.Parvoíce pura,parvoíce dupla - só gostam do que já conhecem." Boris Vian

"A escrita para este espectáculo é um impulso que nos leva a universos absurdos e com ela queremos ir aos extremos, do hilariante ao cúmulo da náusea, do fundo do romãntico ao pico do sexual e do perverso."


"Queremos mostrar o absurdo a que os homens e mulheres podem chegar a ser
...queremos voltar a cara ao coração e arrancá-lo para pensar naquilo que somos ou naquilo que querem que sejamos.
Susana Vidal (autora e encenadora)


Pelo Grupo de Teatro do Instituto Superior Técnico
GTIST e autoria e encenação de Susana Vidal
16 de Maio, 21,30 horas no Teatro da Politécnica
e integrado no FATAL 2007 - 8º Festival Anual
de Teatro Académico de Lisboa.
Informações - fatal@reitoria.ul.pt

O TEATRO

Quando se fala em Arte existe a tendência de alguns de acharem que determinada arte é mais... do que as outras.
Acontece em Musica, Cinema, Literatura, etc
De certo modo é natural já que cada Arte tem as suas características, mas ao mesmo tempo irrita um bocadinho quando a coisa fica assim no ar..
Então eu pergunto, e por acaso não é uma provocação, é só uma tentativa de me enriquecer com ideias em que nunca tenha pensado: Porque é que o Teatro " mais completamente do que qualquer outra, dá a medida do génio humano."?
(ver posts anteriores)

sexta-feira, 11 de maio de 2007

TEATRO

"O Teatro é um cadinho de civilização. É um elo de comunicação humana. Todas as suas fases merecem ser estudadas. É no Teatro que se forma a alma pública."

(Victor Hugo, William Shakespeare, I, IV, 2)



"Esta arte permite-nos apreciar o caminho percorrido desde o mais longínquo passado. Da mais bárbara das danças sagradas até essa espécie de bailados da inteligência que são os diálogos de um Marivaux, não há solução de continuidade. Arte primitiva; arte universal: mais completamente do que qualquer outra, dá a medida do génio humano."

(Robert Pignarre, História do Teatro)

terça-feira, 8 de maio de 2007

TEATRO - Romeu e Julieta de William Shakespeare


É noite. Romeu está escondido no jardim da casa de Julieta. Ela aparece na varanda do seu quarto e fala, sem saber que ele a ouve.


"Somente o teu nome é meu inimigo; tu és tu próprio; embora não um Montéquio.
O que é um Montéquio? Não é mão, nem pé, nem braço, nem rosto, nem qualquer outra parte pertencente a um homem. Oh! Sê um outro nome.
O que há num nome? Aquilo a que chamamos "rosa", sob qualquer outro nome teria a mesma doce fragrância; de igual modo, Romeu, se Romeu não se chamasse, conservaria a amada perfeição de que é senhor sem aquele título.
Romeu, renuncia ao teu nome; e em lugar do teu nome, que não faz parte de ti, aceita-me toda inteira! "
(Foto: Olivia Hussey, no filme de Franco Zeffirelli)

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Teatro

Tema de 7 a 20 de Maio. Enviem os vossos Post's!

sexta-feira, 4 de maio de 2007

ISABEL MONTELLANO

Fiz a locução de um diaporama da Carmo Romão, com pinturas dela sobre o conto "Guatemala", de Miguel Angel Asturias.

"As árvores enfeitiçam a cidade inteira. A teia delgadíssima do sono povoa-se de sombras que a fazem estremecer.".








"O cuco dos sonhos vai tecendo os contos. A noite penetra... penetra...".






"Nesta cidade de igrejas sente-se uma grande necessidade de pecar."









E ainda entrei em três séries para televisão, realizadas pelo José Carlos de Oliveira.







Depois destas experiências, nos (muitíssimos) anos seguintes, fui desenvolvendo, de uma forma mais ou menos familiar, esta minha necessidade de exprimir-me em público.






Entre irmãos, primos e amigos, organizamos tertúlias mensais com temas muito variados.

É nesse ambiente que vou dando largas à minha veia teatral...














... e musical.











(Um segredo: talvez não me fique por aqui...).




E, para terminar, apresento-vos a mais bem conseguida expressão de mim própria: os meus filhos João e Manel.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

ISABEL MONTELLANO







Fui então uma dos vocalistas da banda Ephedra que, nesses longínquos anos 70, apresentava originais em português e ainda deu muito que falar.
Imensos anos depois, houve mesmo quem lhe chamasse "mítica"...














Éramos todos amigos e, depois de um certo intervalo, voltámos a reunir-nos no "fundo de um quintal".
Da esquerda para a direita: Jorge, Marcial, Paulo, Rodrigo e Luís.




Enquanto trabalhei no Banco Espírito Santo, formámos um grupo de teatro.
Da esquerda para a direita: Nuno Espiñal, Vítor Ricardo, Pedro Estrela, Manuela Magalhães, eu, José Gil e Teresa Tomé.







Sob a direcção do Zé Gil, que também tinha sido meu colega no Conservatório, fizemos a peça "Dinis e Isabel", de António Patrício...


... e uma peça infantil, cuja música foi composta e interpretada pelos mesmíssimos Ephedra.



Ainda com o Zé Gil, com a Filomena e o seu irmão Carlos...


...entrámos em duas sessões de um concurso televisivo, com grande sucesso!











Depois, fui professora de Português e Francês, tarefa em que podem imaginar como me foi útil tudo o que tinha aprendido no meu curso!




















(Continua...)