segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Juva Batella na Verney

Na passada 5ª Feira, o escritor Juva Batella apresentou o seu livro "O Verso da Língua" em mais uma sessão do ciclo "Conversar" na Galeria Verney em Oeiras. Hora e meia de inteligência bem-humorada numa sessão que nos revelou um autor sobre o qual se vai (continuar a) ouvir falar...


Morada Única, a partir de textos de Al Berto
video-performance de Ana Santos e Miguel Rato

"A viagem está segundo a segundo a ser registada, quando faltar o papel escreverei sobre a pele do viajante.
Tudo o que possuimos é o que transportamos sobre o corpo."

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Sábado 30 de Janeiro / entre as 21h30 e as 23h
*lotação limitada a sete lugares por sessão
*duração das sessões: 25min

Local: Edificio 25 do Centro de Experimentação Artística da Fábrica da Pólvora
Barcarena, Oeiras
+ info aqui
mapa aqui
Acessos: Estação CP Massamá/Barcarena - Linha de Sintra
Bus 117 a partir da estação CP de Caxias - Linha de Cascais

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Rogério Mourtada na Casa da Imprensa

Inaugura no próximo sábado dia 30 de Janeiro pelas 17h30 "Veredas para o Ponto", exposição de desenho de Rogério Mourtada, com a participação musical de João Paulo Oliveira.

A exposição estará patente ao público até dia 12 de Fevereiro.
A visitar entre as 9h30 e 19h30.


Casa da Imprensa
Rua da Horta Seca, 20

Lisboa (junto da Praça Luís de Camões)

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Ciclo Conversar : "O Verso da Língua" de Juva Batella

Integrado no Ciclo "Conversar" da MAPA-Associação Cultural, na próxima Quinta Feira, dia 21 de Janeiro às 16h00, na Galeria Verney em Oeiras, apresentação pelo autor do livro "O Verso da Língua" do escritor Juva Batella.
Uma oportunidade de conhecer um livro (e um escritor) inteligente e divertido que reflecte sobre a realidade da Língua Portuguesa em forma de romance.
Absolutamente imperdível.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Lourdes Castro no CAMB



















Na exposição de Lourdes Castro (1930), são apresentadas obras da década de 50 à década de 70.
Lourdes de Castro foi uma das artistas que integrou o movimento artístico KWY, que surge em Paris na década de 60, altura em que aí estuda com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian.
Depois do registo abstraccionista que marca as exposições colectivas do grupo KWY, e com base nos princípios do Novo Realismo, a artista abandona os suportes tradicionais da pintura, e apresenta-nos várias assemblages de bens de consumo e de uso quotidiano, como em “Carro e Caricas”, 1963.
A Sombra, desperta, entretanto, o interesse da artista como mote de exploração, da relação memorial da representação da presença do objecto, com a luz, relação que a artista problematizará em diferentes processos experimentais e que condensará em toda a sua obra futura.
Desenvolverá experiências a este nível com a serigrafia e posteriormente com a fixação da sombra projectada em tela.
A partir de 1964, começa a trabalhar com o pexiglas, o que lhe permite trabalhar a sombra na transparência. A sobreposição deste material permitiu a criação de sombras a partir de sombras, como em “Sombra projectada de Chista Maar”, 1968.
Na década de 70 as silhuetas ganham estatuto real como figuras de animação ao encenar o seu teatro de sombras.
Vão ganhando também outras dimensões e propagam-se para suportes como o lençol onde aparecem bordadas e marcam o contorno do vazio e da ausência.


Para ver no Centro de Arte Manuel de Brito em Algés até ao próximo dia 17 de Janeiro.


(texto via : camb.cm-oeiras.pt)

Eduardo Batarda no CAMB



















Na exposição de Eduardo Batarda (1943), são apresentadas obras desde a década de 60 até à actualidade, com apresentação de duas obras inéditas que o artista desenvolveu propositadamente para esta exposição, e que constitui a mais recente aquisição da Colecção Manuel de Brito.
Os anos 70, período com acentuada representação nesta mostra, são anos em que com mestria o artista se dedica à aguarela e, em que as suas obras são marcadas por uma figuração pop, com recorrência ao registo estilo BD, entre outros, em que o humor acicata com acutilância uma linguagem pictórica sexualizada, de crítica artística, social e política.
Nos anos 80, a paleta cromática foca-se nos negros, que se sobrepõem em camadas, deixando apenas vestígios de cores, que dão suporte à definição de linhas e traçados repetidamente sobrepostos, constituindo uma complexa malha visual, de que é exemplo: “Morse Segundo Braille" 1987.
Nos anos 90 a cor tende a voltar a emergir e a partir de 2000, os tons escuros, pretos e cinzentos, contemplam e integram, tons mais luminosos e mais delicados. Esta é uma fase de maturidade e depuração da obra do artista.




















Para ver no Centro de Arte Manuel de Brito em Algés até ao próximo dia 17 de Janeiro.


(texto via : camb.cm-oeiras.pt)